11 de Abril de 2011

A INCÓGNITA

Passo a passo eu vejo
O caminho que é meu guia,
Preso entre as pontes da
Filosofia.

Paro e aguardo o ponto
Em que a vida seguiria,
Nado nos complexos, sem sentido,
Que me gritam:

Já não sou quem eu era
Já não sou quem eu serei
Sou o nada e nada espero
da existência de outrem.

Na arte, a alma emerge,
E o corpo desvanece.


por: João Maia e Alex Vaz

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